domingo, 19 de junho de 2011
Supertramp - Crime of the Century
terça-feira, 24 de maio de 2011
"Depressão não é uma doença"
"A depressão não é uma doença" e não existem medicamentos com uma acção antidepressiva. A afirmação controversa – no mínimo – pertence a Carlos Lopes Pires, psicólogo e membro da Unidade de Investigação e Intervenção em Psicologia (UNIIPSI). O clínico vai mais longe. No seu livro, subordinado à desmistificação de crenças ligadas à depressão, psicofármacos e seus efeitos, refere estudos científicos que estabelecem uma ligação directa entre o aumento do número de suicídios e a prescrição de antidepressivos.
Carlos Pires considera que "o antidepressivo dá a energia e a benzodiazepina [o chamado "ansiolítico"] dá a calma para cometer [o suicídio]", referindo-se aos "cocktails" farmacológicos tantas vezes prescritos.
Etiquetas:
DEPRESSÃO,
TEMA 6 - A PSICOLOGIA APLICADA
sexta-feira, 13 de maio de 2011
Definição da agressividade na infância
A agressividade em psicopatologia define-se como:
a) “conduta intencionalmente dirigida a provocar lesão ou destruição de um objectivo (pessoa, animal ou objecto)”;
b) agressões físicas ou verbais contra os demais (ameaça, empurrões, dirigir-se aos demais com insultos ou gritos);
c) agressões contra objectos (quebrar ou atirar objectos ao chão, dar pontapés);
d) auto-agressão (bater com a cabeça, arranhar-se, fazer pequenos cortes em si mesmo).
Todas estas definições podem formar uma possível classificação de comportamento agressivo.
Actualmente e seguindo a classificação estatística dos transtornos mentais da academia americana de psiquiatria (DSM-IV, 2000), este comportamento não se considera por si mesmo uma entidade patológica, mas a parte de um conjunto de sintomas de numerosos transtornos tais como o transtorno anti-social, a esquizofrenia, o autismo, o atraso mental e o transtorno do défice de atenção e hiperactividade.
Etiquetas:
PSICOTERAPIAS,
TEMA 6 - A PSICOLOGIA APLICADA
quinta-feira, 5 de maio de 2011
O nosso bisavô de Viena
(…) Os 150 anos do nascimento do nosso bisavô de Viena, Sigmund Freud, médico psiquiatra, fundador da Psicanálise, deram origem a múltiplas celebrações e polémicas. A austera figura de Freud voltou – se alguma vez deixou de estar – ao centro de debates que transbordam dos circuitos de especialistas para chegarem ao "grande público". A questão da sexualidade, associada ao nome do pensador de Viena, faz do seu legado tema apelativo. Especialistas e leigos, amigos e inimigos defrontam-se, de novo, em palcos de discórdia, sobre a validade científica e a actualidade do contributo freudiano.
quinta-feira, 28 de abril de 2011
A integração da natureza (inato) e do cuidado (adquirido) - A proposta de Anne Anastasi
Anne Anastasi começa a sua discussão dizendo-nos que o modo como esta dicotomia, a dicotomia entre natureza/cuidado, inato/adquirido se manteve, e mantém, presente em muitos debates e teorias psicológicas se deve em parte às questões que têm sido colocadas pelos autores e investigadores. É frequente, e foi mais frequente ainda no passado, encontrar autores que, buscando respostas para a compreensão e explicação do comportamento humano, recorriam à pergunta “qual?”, orientavam a sua pesquisa de forma a tentarem saber qual dos dois pólos explicava e iluminava a compreensão do comportamento humano. Ao perguntarem "qual?" tais autores encontravam-se imediatamente a assumir os dois pólos como independentes, a assumir que era ou um ou outro o que influenciava o comportamento num ou noutro sentido, que o modo como os indivíduos são ou se comportam se deve a efeitos ou da natureza/inato ou do cuidado/adquirido. Por exemplo, quando se procura explicar o resultado num teste de inteligência, ou de um teste de aptidões, interpretando-os a partir dos resultados obtidos pelos pais ou irmãos (interpretando-o como sendo determinado pela herança genética), ou se procura explicá-lo apenas pela idade (e a maturação do indivíduo); mas também quando se procura explicar o comportamento mais ou menos agressivo de alguém com apenas no facto de viver numa zona onde a violência faz mais ou menos parte do quotidiano, ou no facto de considerar que em algumas situações a agressão é uma resposta legítima, ou por ter visto demasiados filmes e desenhos animados violentos na televisão...
segunda-feira, 25 de abril de 2011
A ADOLESCÊNCIA
A adolescência é uma época da vida humana marcada por profundas transformações fisiológicas, psicológicas, pulsionais, afectivas, intelectuais e sociais vivenciadas num determinado contexto cultural.
Mais do que uma fase, a adolescência é um processo com características próprias, dinâmico, de passagem entre a infância e a idade adulta.
“Nós rejeitamos a ideia comum de que a adolescência é exclusivamente uma preparação para a vida adulta… os adolescentes são pessoas com qualidades e características específicas, que têm um papel interventivo e responsável a desempenhar, tarefas a realizar e capacidades a desenvolver, num momento particular da vida”.
Konopka, G., citada por Sprinthall e Collins, op. cit., p. 93
quinta-feira, 24 de março de 2011
A sexualidade humana
Entrevista com Jean Didier Vincent, professor no Instituto Universitário de França e director do Instituto Alfred Fessard. É autor dos livros La Biologie des Passions e La Chair et le Diable (Ed. Odile Jacob, 1994).
“Em que é que a sexualidade humana diverge da sexualidade animal?
Etiquetas:
A MENTE,
SEXUALIDADE,
TEMA 4 - EU
quinta-feira, 17 de março de 2011
Falta de sono e emoções
Segundo o estudo, a privação de sono "desliga" a região do lóbulo pré-frontal, que normalmente mantém as emoções sob controlo, provocando nos centros emocionais do cérebro uma reacção exagerada a experiências negativas.
O novo estudo da Escola Médica de Harvard e da Universidade da Califórnia, em Berkeley, é o primeiro a explicar ao nível neuronal o que parece ser um fenómeno universal: que a perda de sono conduz a um comportamento emocional irracional, de acordo com os investigadores.
A descoberta pode também oferecer algumas explicações clínicas para a relação entre as interrupções de sono e alguns problemas psiquiátricos, podendo ajudar com novos mecanismos para tratar estas desordens ao nível cerebral.
sexta-feira, 11 de março de 2011
My Fair Lady
My Fair Lady é um sublime e irresistível clássico de George Cukor, inspirado na peça Pygmalion de George Bernard Shaw.
Este belo musical representa a transformação de uma vulgar vendedora de flores, Eliza Doolitle, numa verdadeira duquesa da sociedade londrina, através dos ensinamentos do Professor Higgins. Este processo concretiza-se, num permanente espelho de expectativas e auto-realização de profecias, enfatizando a importância dos estímulos motivacionais, da valorização e enaltecimento das qualidades e competências, para se atingir desenvolvimento e desempenho até a um progressivo estádio de perfeição.
quinta-feira, 10 de março de 2011
O CONDICIONAMENTO OPERANTE
O condicionamento operante, também designado condicionamento instrumental, envolve o uso de recompensas e punições para mudar o comportamento de uma pessoa. Este é o tipo de aprendizagem que Mischel considerava estar envolvido, por exemplo, na aprendizagem do género. Os princípios básicos são os seguintes:
Etiquetas:
APRENDIZAGEM,
CONDICIONAMENTO OPERANTE,
TEMA 4 - EU
CRASH
As transformações ocorridas na sociedade, ao longo dos últimos anos, demonstram que o mundo se tem tornado pequeno para as relações humanas. Actualmente, já «conhecemos» todos os cantos do planeta, sem sair da nossa própria casa, pois com o desenvolvimento das técnicas de informação e comunicação ir de uma ponta à outra do globo não é coisa impossível.
O filme «Crash» também nos remete para os paradigmas da globalização, do multiculturalismo, assim como para as noções de identidade e direito e para alguns temas polémicos do nosso próprio quotidiano, nomeadamente o racismo, a xenofobia, o confronto entre várias culturas e religiões… A globalização, a aculturação intensifica o encontro entre diferentes culturas e faz emergir estes grandes problemas que continuam a afectar a nossa sociedade actual sendo, por vezes, motivo de grandes conflitos e/ou guerras.
quinta-feira, 3 de março de 2011
PERTURBAÇÕES DA MEMÓRIA
As perturbações da memória mais frequentes têm origem em problemas orgânicos – em resultado, por exemplo, de traumatismos cranianos ou acidentes vasculares cerebrais. Acontece também serem uma característica do estado de demência.
Etiquetas:
ESQUECIMENTO,
MEMÓRIA,
PROCESSOS COGNITIVOS,
TEMA 4 - EU
Subscrever:
Mensagens (Atom)










